Conhecendo os tipos de Dança

Adoradores
19/12/2017

Conhecendo os tipos de Dança

Conhecendo os Tipos de Dança

 

Dança Profética

Bem pessoal, são muitas as explicações, os debates, as definições… Mas creio que temos que analisar o nosso conhecimento espiritual, nossas experiências sobrenaturais, pois quem nunca teve, jamais vai entender o que é Espírito.
Sem conhecer Deus, que é o próprio Espírito, não temos condições de termos ou atingirmos nossos objetivos na Dança Profética, pois devemos sempre adora-lo em Espirito. (JO 4:24).
Contudo, quem não tem intimidade com o Espírito, que é Deus, jamais vai conseguir Profetizar algo.

A Dança Profética só é feita quando temos um dom especial ou por inspiração divina, e isso só será possível com a verdadeira Adoração e Intimidade.
Nem todos possuem este Dom, e a nossa Alma deve ser transformada para termos uma dança que profetiza Cura, libertação, restauração, etc. … E esta transformação acontece pela renovação da mente, pois somente por meio desta renovação poderemos conhecer a vontade de Deus (RM 12.2 E 1 CO.3;16)

Dança Profética então, só poderá ser ministrada por Profetas verdadeiros (pessoas que anunciam os desígnios divinos, que prediz acontecimentos por inspiração de Deus) que tenham esta consciência e este entendimento. Muitos querem fazer, mais poucos conseguem atingi-la.
Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos. Mateus 22:14

Porque o que é chamado pelo Senhor, sendo servo, é liberto do Senhor; e da mesma maneira também o que é chamado sendo livre, servo é de Cristo. 1 Coríntios 7:22

Para mim, em minha experiência de vida, a Dança Profética não é uma ministração fácil ou para todos. Quanto ao nosso Corpo, ele precisa ser disciplinado, pois, muitas vezes nossos instintos e desejos querem dominar-nos e achamos que estamos indo no caminho certo, mais minha dica é estudar, buscar, ter mais conhecimento e não sair por aí dizendo que sua dança é Dança Profética ou que você profetiza com sua dança, pois é um trabalho que leva muita Intimidade, e muitas experiências sobrenaturais.

Abraço
Pastora Vivian Lazzerini

Como vemos no estudo da Pastora Vivian Lazzerini, a dança profética não é adquirida ou aprendida, ela é um dom, nem todos o recebem. (RM 12.6)

Eu vejo muito as pessoas dizerem que sua dança é profética, ou aquela coreografia é profética, alguns acreditam até que somente no espontâneo consegue-se atingir a Profecia, mas como vemos no estudo acima, não existe uma dança Profética, mas sim o profeta na dança. Ela pode ser uma coreografia, não somente no espontâneo, um profeta recebe a direção de Deus para dar uma mensagem ou fazer um ato Profético, um profeta na dança também pode receber uma coreografia profética e ensaia-la.

Na dança profética, o ministro traz uma mensagem da parte de Deus através da linguagem de movimentos por isso é preciso ser muito estudada, não somente na palavra de Deus, mas na técnica também, assim como um profeta mensageiro precisa estudar e se preparar para que seja usado por Deus com este dom, como vemos em, vemos que um 1 Coríntios 14.3, o profeta é direcionado por Deus a levar uma mensagem específica a congregação. Vamos ver algumas danças que um profeta por ser direcionado a fazer:

Dança de Júbilo

A Dança de júbilo são danças alegres, com palmas, saltos, celebrando os feitos de Deus, em agradecimento, em Êxodo 15.20 vemos este tipo de dança pela profetisa Miriã após Deus dar um livramento ao povo. Talvez um profeta vai ser direcionado a esse tipo de dança e sem saber levar alegria aos corações de pessoas que estejam tristes, ou para agradecer algo, assim como foi com Miriã!

Dança de Guerra

A Dança de Guerra é uma dança realizada contra forças espirituais malignas. É como uma oração impedindo uma ação espiritual considerada maligna, que foi conquistada por Jesus (Lucas 10.19, Efésios 1.20,22). Pode ser composta de marchas e movimentos que expressam autoridade, indica uma tomada de posse do ambiente. O pisar a planta dos pés em um determinado ambiente, indica que Deus está entregando o lugar em suas mãos. (Josué 1.3), esta dança pode ser feita em grupo ou individual, geralmente acontece na hora em que se inicia uma batalha espiritual, mas podendo também ser coreografada pelo profeta, intervindo por algo ou situação a ser conquistado. Biblicamente está presente na queda dos muros de Jericó, feita uma marcha de sete dias realizada pelo povo (Josué 6.3,4). Outra referência seria a batalha de Josué contra os Filisteus, que venciam a luta enquanto Moisés permanecia com os braços levantados e perdiam quando ele abaixava, indicando um movimento que ordenava a vitória. (Êxodo 17.11).

Dança de Intercessão

A Dança de intercessão é se colocar no lugar de outra pessoa, para falar a favor dela. Um exemplo pode ser quando um bailarino faz movimentos de arrependimento, ele pode estar profetizando arrependimento a alguém ou até mesmo a uma nação, pode também interceder dando um livramento de Deus a alguém. Temos como exemplo os Judeus, eles oram com movimentos, se reparar quando oramos em pé nos pegamos balançando o corpo, para os Judeus isso é quando a alma se encontra num lugar mais exaltado, que já atingiu o não palpável, que chegou ao sobrenatural, existem passos e movimentos para cada oração deles, eles tem como exemplo o versículo (Salmos 145.21) onde diz que seus lábios e toda a carne louvará ao Senhor.

(Fonte de pesquisa no site Judaico: pt.chabat.org)

 

Como vimos acima a dança tem o poder de atingir o mundo não palpável, ou seja, o sobrenatural, por isso temos que levar muito a sério o que fazemos, dançar não é brincadeira ou beleza, é chamado, em todas as religiões a dança é usada para atingir o sobrenatural, é um meio de se comunicar com o mundo espiritual. “A dança vem da necessidade de dizer o que as palavras não dizem, é uma forma de oração, um ritual social e sagrado (FATIMA,2001,P.51). Benhard Wosien descreve a dança como uma oração silenciosa que somente e fé compreende.

Há uma grande diferença entre técnica e ritual! Infelizmente tenho visto muitos rituais nas igrejas ,nos altares do Senhor, há uma onda agora de que tudo está na moda , colocam coisas nos altares do Senhor que na dança sagrada são rituais e sem saber cultuam outros deuses .Temos que estar cientes de uma coisa… a moda é passageira, mas as coisas de Deus permanecem para sempre (Eclesiastes 3.14, Mateus 24.25).

Muitos Ministérios não procuram mais ter uma identidade em Cristo, mas correm com o que se está usando na atualidade, muitas vezes copiam coreografias de outros ministérios e não dão os créditos á eles, isso é muito sério, na verdade é crime, se pesquisar no site: www.planalto.gov.br lei Nº 9.610 de 1998-Art.184 parágrafo 2º do código penal Brasileiro – Direitos autorais, verá a seriedade e gravidade que é, podendo pegar pena de 1 a 3 anos ou multa. Sabemos também como Cristãos que devemos respeitar as leis dos homens (Romanos 13.1-7). Não precisamos copiar!

Fazer uma pesquisa, aprender devemos com certeza mas nosso Deus é criativo e nos enche com a sua capacidade de criar, então vamos buscar nossa identidade, a que Deus deu para cada um de nós! Assim também não corremos o risco de realizar rituais sagrados, abrindo portais que não deveriam, depois não entendem o peso que fica no ambiente, isso é muito sério, vou falar um pouco de experiências que presenciei e infelizmente até já participei por não saber, mas graças a Deus por ter me mostrado e ao longo desse tempo venho pesquisado e estudado sobre rituais para não errar mais, fazem 5 anos que venho estudado sobre tudo que está sendo citado nesse estudo.

Vamos falar sobre dança sagrada! Ela permite a expressão do ser humano ao indizível, ela vem da necessidade de dizer o que as palavras não dizem.

Nas diferentes culturas a dança sempre esteve presente como integrante das cerimônias religiosas. Faro (1996,p.13), afirma que “a dança nasceu da religião ,se é que não nasceu junto dela”. As danças sempre foram usadas como forma de culto, temos alguns exemplos na bíblia, como citei acima sobre Miriã, um culto de gratidão a Deus por dar livramento ao povo (Êxodo 15.20,21) também vemos Davi cultuando a Deus com danças também celebrando a chegada da arca (2 Samuel 6.16), temos também exemplos de danças feitas a outros deuses (Êxodo 32.19) quando Moisés desce com as tábuas e o povo já está cultuando a outros deuses. São muitos os exemplos que temos na bíblia sobre a dança. Silva. 2004, p.187, diz “Os fiéis durante o ritual, não representam para os deuses mas dialogam com eles.” Vamos ver alguns exemplos de danças sagradas:

(Fonte de pesquisa: a Bíblia da mulher – mundo cristão, livro a Dança no culto – Luciana Pinheiro)

Dança à Deusa Isis

Hoje em dia umas das mais usadas nas igrejas, eu sempre me deparo com elas, se usa muito um elemento que é muito conhecido “Asas de Isís “, o nome já diz, vamos conhecer um pouco de sua história para saber o porque:

Ísis – deusa do amor e da magia
Atribuições – Criação, magia, amor
Símbolos – Asas abertas, ganso selvagem

É uma deusa muita famosa hoje em dia, representada com grandes asas abertas em suas pinturas e adorada por milhares de anos no Egito, a deusa representa um amor restaurado, ressurgido de uma grande perda. Um dos rituais para invocar essa deusa é montar um altar, e como símbolo colocar suas asas nele.
A dança usada como ritual é a conhecida dança do ventre, a versão mais usada dela são as dos rituais de fertilidade realizadas no Egito. A dança do ventre é um ritual sagrado, anterior a mais antiga civilização reconhecida historicamente, a dos Sumérios em 6.500 A.C ,eles também reverenciavam a deusa ,estes rituais de fertilidade podem ser encontrados em todas as culturas primitivas .

As sacerdotisas dançavam pedindo fertilidade para mulheres, animais,solo…

Toda dança sempre foi em algum momento um ritual religioso, com o enfraquecimento do culto a Isís a dança do ventre foi perdendo seu caráter sagrado e passou a servir como atração.

Em 1.799 o governo de Muhammad Ali proibiu as bailarinas de dançarem nas ruas sob pena de 50 chicotadas, mais tarde quando Napoleão invadiu o Egito as bailarinas dançavam para entreter os soldados franceses, foram proibidas também pelos generais mas estas não obedeceram, elas usavam o dinheiro ganho para manter os templos a deusa, então quase 400 delas foram decapitadas.

Hoje a dança do ventre apresenta-se como um caminho para despertar o corpo, mente e alma.

Dança Cristã

A dança cristã se originou na cultura hebraica, ela é muito influenciada no meio da dança cristã, mas temos que tomar muito cuidado e buscar conhecimento porque há uma grande diferença entre cultura e ritual e por falta de conhecimento começou uma mistura de tudo nas igrejas e acabou tendo coisas que não deveriam estar lá, a palavra de Deus diz em Oséias 4.6 o meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Desde que algumas coisas começaram a me incomodar eu comecei a estudar e pesquisar mais sobre dança, e quando aprendi a separar técnica de ritual foi que voltei a usar até alguns elementos, porque até isso temos que usar com consciência e não apenas para enfeitar a dança, mas este é um assunto que vou falar mais para frente.

Dança Clássica Indiana

Oito estilos de dança são reconhecidos pela Academia Nacional Indiana de Música, Dança, e Drama como “danças clássicas indianas”. Eles são Bharatnatyam, Kathak, Kathakali, Kuchipudi, Odissi, Manipuri, Mohiniyattam, e Sattriya.

O que todos estes estilos de dança indiana têm em comum é que eles têm as suas origens nas artes e práticas religiosas do hinduísmo – e que geralmente envolvem um tipo de drama/teatro, em que os dançarinos “atuam” uma história (frequentemente da mitologia hindu) com seus movimentos corporais.
Bharatanatyam é considerada uma dança exótica para os brasileiros. Não só em termos dos movimentos, mas também em virtude das vestes e adereços utilizados pelas dançarinas (pulseiras e tornozeleiras), os quais ajudam a promover mais musicalidade.

Os mudras ajudam a compor os movimentos que requerem bastante técnica dessa bela dança. Esses gestos com as mãos evocam os ensinamentos de Buda e são usados durante a meditação. A dança indiana é uma dádiva dos deuses e um meio para se comunicar com eles, nesta dança tudo assume uma dimensão religiosa.

(Fonte de pesquisa: Livro Mudras – as mãos como símbolo do Cosmos.
Site: www.todamateria.com.br/culturaindiana/
E http://tudoindia.com.br/danca-indiana/)

Dança Afro

A dança afro surgiu no Brasil no período colonial, foi trazida por africanos retirados do seu país de origem para realizarem trabalho escravocrata em solo brasileiro. Esse estilo de dança foi registrado primeiramente na composição de religiões africanas e começou a se fortalecer em meados do século XIX com a ajuda das tribos: sudaneses; bantos (dois povos situados em território africano) e os indígenas, que foram responsáveis pela criação do candomblé e de outros segmentos regionais que deram origem à dança dos caboclos e outros aspectos da cultura africana.

A diversidade de ritmos culturais existentes hoje, foi oriunda de uma miscigenação que desenvolveu a identidade cultural do Brasil. Ao longo dos anos a dança de origem africana começou a ser modelada e encaminhada a diferentes estados.
A sua trajetória teve início com o fim da escravidão, e em meados dos anos 20 e 30 do século passado, os negros começam a migrar para o Rio de Janeiro deixando marcas do samba e umbanda (uma variação da religião afro brasileira, com influencias do Kardecismo que desenvolveu um novo modelo de entidade cristã denominada Exu), no estado que contribuiu com a fixação e a valorização de raízes da mestiçagem projetada no país.

Já nos anos 50 e 60 deste mesmo século, a crescente industrialização fez com que o povo que no início migrava para o Rio de Janeiro, desloca-se para São Paulo, consequentemente acabam divulgando e difundindo a cultura afro brasileira. Nos anos 70 com o movimento da contracultura, olhos são voltados para o nordeste, e a Bahia é redescoberta em diferentes setores culturais, o estado é finalmente visto como um ponto turístico de máxima importância para história brasileira, por ser formado basicamente pela cultura afro.

Depois que a umbanda alcançou um devido status, o candomblé tornou-se referência e a dança passa a ser visualizada de maneira marginalizada, por estar quase sempre associada a uma adoração de deuses africanos. Esse quadro tende a ser modificado um pouco quando a dança africana recebe características decorrente dos estudos da bailarina e antropóloga negra norte americana Katherine Dunca, finalmente a dança começa a ter uma receptividade popular diferente, recebendo até variações que conhecemos hoje, e é denominada como ballet negro ou afro. A sociedade vive um momento de transformação na cultura negra, hoje ela não é só valorizada por ser de origem afro descendente, como também é reconhecida por uma questão de identidade histórica que consolidou o processo de miscigenação do país. Atualmente os projetos de fortalecimento dessa cultura como o Ilê aiyê, Akomabu, Abanjá e Male de Balê, são amplamente conhecidos, por trabalhar com jovens que visam ser inseridos na sociedade para combater a discriminação racial e para divulgar cada vez mais a cultura que construiu parte desse país.

(Fonte de pesquisa: http://www.mundodadanca.art.br/2010/02/historia-danca-afro.html, https://mundoestranho.abril.com.br/blog/turma-do-fundao/4-curiosidades-sobre-danca-afro-no-brasil/)

Dança Hebraica

Dança Hebraica: A dança em Israel surgiu como uma fusão entre estilos de dança judaico e não judaico de diversas partes do mundo. Enquanto em outros países a dança é estimulada para preservar velhas tradições rurais, em Israel é uma arte recém desenvolvida, que vem evoluindo desde os anos 40, baseada em fontes históricas e modernas. Inspira-se também na bíblia e em estilos de danças contemporâneas. Os pioneiros que trocaram a vida urbana da Europa Oriental pela vida rural em um ambiente coletivo trouxeram com eles danças que foram adaptadas à nova situação.

A dança popular é aquela que o povo cria para o povo, e que consequentemente uma parte considerável da população dança. Os estudiosos do folclore costumam definir o processo de criação em uma cultura popular, como um processo coletivo anônimo e desconhecido, de que se pode deduzir que as danças populares se formaram no passado seguindo o mesmo caminho. Em uma sociedade algum membro se destaca, encontra novos movimentos expressivos e cria uma nova dança. Numa ocasião qualquer ele a apresenta à sociedade e esta o imita. Se a dança agrada a maioria ela é aceita e anexada ao resto das danças anteriormente aceitas. Com o passar dos anos a dança passara a fazer parte da tradição, sendo conservada durante muitos anos.

Assim começou o processo de criação das danças israelenses, em aldeias, moshavim(1) e principalmente, kibutzim(2). As danças eram criadas através de movimentos baseados no trabalho da terra, nos pastores e eram dançadas em diferentes ocasiões.Esse processo começou a ser centralizado. Alguns pioneiros como Gurit Kadman, acreditando na força das danças populares, iniciaram um movimento que buscava os tesouros do folclore das tribos de Israel e das minorias étnicas, como também estimulava a criação, numa relação entre o passado e o presente.

O especialista internacional de danças folclóricas, Rick Holden, escreveu comentando o porquê da empresa das danças folclóricas israelenses ser a mais desenvolvida do mundo: “por seu ímpeto, sua organização e seu valor numérico em relação à população que dança.” O momento decisivo no desenvolvimento da dança folclórica ocorreu no Primeiro Festival de Dança Folclórica, 1944, realizado no kibutz Dália, quando se constatou que não havia danças locais que refletissem a ideologia de um povo retornando à sua própria terra. Seguiu-se um entusiasmo geral pela dança.

Criou-se de um estilo de dança multifacetado, caracterizado por uma combinação de estilos e fontes, que incorpora motivos de danças tradicionais judaicas da diáspora e tradições locais,incluindo a “debka árabe” e elementos de dança que vão do jazz a ritmos latino-americanos até a cadência típica de vários países mediterrâneos.
(Fonte de pesquisa: http://jerusalemdeouro.tripod.com/id23.html,
EAD Vivian Lazzerini – Curso Dança Hebraica)

Se pesquisarem, em todas as religiões é usada a dança como meio de comunicação a seus deuses, e nenhuma delas abre mão da dança em seus cultos, elas são essenciais para invocação e comunicação! Por isso não devemos abrir mão da nossa dança, pois ela contribui para que se achegue ao sobrenatural de Deus.
Por isso precisamos tomar muito cuidado e procurar aprender. Numa dança ritualística não se consegue criar nada, em todo lugar são as mesmas danças, na técnica nós adquirimos mais habilidade para expandir nossos movimentos e também criar, a técnica ajuda nosso corpo a dar nosso melhor com muito cuidado, e buscando a direção e intimidade vamos conseguir criar algo que vai chegar até o Trono de Deus e Ele irá se agradar de nós.

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